Blog / Eventos

O Cronista Graciliano no Rio de Janeiro, de 14.fev a 19.abr no Sesc – RJ

Publicado em 02 d Março d 2015

OcronistaGRconvite

O Cronista Graciliano no Rio de Janeiro é uma homenagem à cidade. Uma cartografia geopoética da vida do escritor alagoano no Rio de Janeiro, no contexto de um momento crucial da história brasileira, dos anos de 1936 a 1953, que apresenta o percurso literário, político e artístico de Graciliano na cidade.

Poucos escritores como Graciliano Ramos foram capazes de unir de maneira notável o interesse estético, o compromisso ético e o empenho político que afirmaram o papel decisivo do escritor no mundo moderno. Com um rico material iconográfico, a mostra apresenta a história de vida do escritor na cidade por meio de imagens, projeções, documentos, pertences pessoais, depoimentos exclusivos, intervenções audiovisuais e uma instalação que recria o ambiente criativo do escritor no Rio de Janeiro.

É com alegria que presenteamos a cidade do Rio de Janeiro, no ano em que se comemora 450 anos de sua fundação, com a reabertura da Unidade Arte Sesc.

Do folheto do evento

CroncasGRapoio


Repercussão:

Jornal O Dia

Secretaria de Cultura RJ

Manchete Online

SESC Rio

Veja mais na categoria Eventos

CONHEÇA A OBRA DE GRACILIANO RAMOS

  • Caetés (1933)
  • Caetés – edição especial 80 anos (2013)
  • S. Bernardo (1934)
  • Angústia (1936)
  • Angústia – edição especial 75 anos (2011)
  • Vidas Secas (1938)
  • Vidas Secas – edição especial 70 anos (2008)
  • Vidas Secas – em quadrinhos (2015)
  • Infância (1945)
  • Insônia (1947)
  • Memórias do Cárcere (1953)
  • Viagem (1954)
  • Linhas Tortas (1962)
  • Viventes das Alagoas (1962)
  • Garranchos (2012)
  • Cangaços (2014)
  • Conversas (2014)
  • A Terra dos Meninos Pelados (1939)
  • Histórias de Alexandre (1944)
  • Alexandre e Outros Heróis (1962)
  • O Estribo de Prata (1984)
  • Minsk (2013)
  • Cartas (1980)
  • Cartas de Amor a Heloísa (1992)
  • Dois Dedos (1945)
  • Histórias Incompletas (1946)
  • Brandão entre o Mar e o Amor (1942)
  • Memórias de um Negro (1940) Booker T. Washington, tradução
  • A Peste (1950) Albert Camus, tradução

Queria endurecer o coração, eliminar o passado, fazer com ele o que faço quando emendo um período — riscar, engrossar os riscos e transformá-los em borrões, suprimir todas as letras, não deixar vestígio de idéias obliteradas.

Memórias do Cárcere, cap. 5