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Você buscou por: \"Dois Dedos\"

Dois Dedos (1945)

Publicado em 01 d janeiro d 2012

Volume composto pelos contos Dois dedos, O relgio do hospital, Paulo, A priso de J. Carmo Gomes, Silveira Pereira, Um pobre-diabo, Cimes, Minsk, Insnia, Um [...]

Biografia

Publicado em 30 d outubro d 2012

“Os dados biogrficos que no posso arranjar, porque no tenho biografia. Nunca fui literato, at pouco tempo vivia na roa e negociava. Por infelicidade, [...]

Linha do tempo

Publicado em 30 d outubro d 2012

Esta pgina ainda est sendo elaborada. Volte em breve. . Ano A pessoa A obra No Brasil e no mundo 1888 13/mai: Abolio da Escravatura [...]

Obras

Publicado em 30 d outubro d 2012

possvel dividir a obra de Graciliano Ramos de vrias maneiras. Para melhor entendimento, optamos pela seguinte classificao: 1. Os livros mais importantes, publicados em [...]

Insnia (1947)

Publicado em 01 d janeiro d 2012

Esta obra rene treze contos em que esto presentes a secura emotiva e a economia vocabular, caractersticas estilsticas do autor, que convivem com a preciso [...]

CONHEÇA A OBRA DE GRACILIANO RAMOS

  • Caets (1933)
  • Caets  edio especial 80 anos (2013)
  • S. Bernardo (1934)
  • Angstia (1936)
  • Angstia – edio especial 75 anos (2011)
  • Vidas Secas (1938)
  • Vidas Secas – edio especial 70 anos (2008)
  • Vidas Secas – em quadrinhos (2015)
  • Infncia (1945)
  • Insnia (1947)
  • Memrias do Crcere (1953)
  • Viagem (1954)
  • Linhas Tortas (1962)
  • Viventes das Alagoas (1962)
  • Garranchos (2012)
  • Cangaos (2014)
  • Conversas (2014)
  • A Terra dos Meninos Pelados (1939)
  • Histrias de Alexandre (1944)
  • Alexandre e Outros Heris (1962)
  • O Estribo de Prata (1984)
  • Minsk (2013)
  • Cartas (1980)
  • Cartas de Amor a Helosa (1992)
  • Dois Dedos (1945)
  • Histrias Incompletas (1946)
  • Brando entre o Mar e o Amor (1942)
  • Memrias de um Negro (1940) Booker T. Washington, traduo
  • A Peste (1950) Albert Camus, traduo

“A palavra no foi feita para enfeitar, brilhar como ouro falso.
A palavra foi feita para dizer.”

em entrevista a Joel Silveira, 1948