Um texto por mês

Linhas Tortas (1962) Capa da última edição

mar.15: Uma viagem a bonde

Publicado em 01 de março de 2015

Na grande cidade, plana, montanhosa, rica, miserável, cheia de hiatos, horrores e belezas, o viajante da província, chegado há pouco num vaporzinho ronceiro, coleciona surpresas [...]

Viventes das Alagoas (1962) Capa da última edição

fev.15: Carnaval 1910

Publicado em 01 de fevereiro de 2015

Eram três dias bem desagradáveis. Sujeitos precavidos fechavam-se, olhavam suspeitosos a rua, mas isto não os livraria de pesares: se se distraíam, inundavam-nos jatos d’água [...]

Conversas

dez.14: Conversa sobre a literatura francesa

Publicado em 01 de dezembro de 2014

Conversa sobre a literatura francesa De Graciliano Ramos [1]  Não necessitamos de outras palavras para os nossos leitores sobre Graciliano senão aquelas que andam na [...]

Conversas

nov.14: Conversa sobre Vidas secas

Publicado em 01 de novembro de 2014

Conversa sobre Vidas secas [1] . Uma palestra com Graciliano Ramos — O sertanejo da zona árida — O homem no seu habitat Brito Broca [2] [...]

out.14: Graciliano e Carpeaux

Publicado em 01 de outubro de 2014

Obras-primas desconhecidas do conto brasileiro Alguns momentos de palestra com Graciliano Ramos — Crítica literária na livraria — Coelho Neto é uma droga — Um [...]

Viventes das Alagoas (1962) Capa da última edição

abr.14: Virgulino

Publicado em 01 de abril de 2014

Há dias surgiu por aí um telegrama a anunciar que o meu vizinho Virgulino Ferreira Lampião tinha encerrado a sua carreira, gasto pela tuberculose, deitado [...]

mar.14: “Contemplo o rosto de Graciliano Ramos, morto…”

Publicado em 01 de março de 2014

Graciliano Augusto Frederico Schmidt   Contemplo o rosto de Graciliano Ramos, morto: parece-me sereno, tranquilo, adormecido como está no fundo de sua ausência. Foi um revoltado, [...]

capa_Minsk

dez.13: Minsk (início)

Publicado em 01 de dezembro de 2013

Quando tio Severino voltou da fazenda, trouxe para Luciana um periquito. Não era um cara-suja ordinário, de uma cor só, pequenino e mudo. Era um [...]

Memórias do Cárcere (1953) Capa da última edição

nov.13: Memórias do Cárcere, parte III, capítulo XXIV

Publicado em 01 de novembro de 2013

Tinham conseguido armar na cama vizinha um difícil mosquiteiro. Na manhã seguinte vi sentado nela um sujeito maduro, atraente, óculos grossos de míope, a roupa [...]

A Terra dos Meninos Pelados (1939) Capa da última edição

out.13: A Terra dos Meninos Pelados, capítulos XIV e XV

Publicado em 01 de outubro de 2013

Capítulo Quatorze – Quer ouvir o meu projeto? segredou o menino sardento. – Ah! sim. Ia-me esquecendo. Acabe depressa. – Eu vou principiar. Olhe a [...]

Linhas Tortas (1962) Capa da última edição

set.13: “Pensa-se em introduzir o futebol, nesta terra”

Publicado em 01 de setembro de 2013

Pensa-se em introduzir o futebol, nesta terra. É uma lembrança que, certamente, será bem recebida pelo público, que, de ordinário, adora as novidades. Vai ser, [...]

Caetes80

ago.13: Caetés, capítulo XXXI

Publicado em 01 de agosto de 2013

Uma tarde, girando por estas ruas, parei na beira do açude, lembrei-me da estrela vermelha e da noite em que Luísa me repeliu. Afastei-me lento, [...]

Capa Garranchos (2012)

jul.13: Cultura a serviço do povo

Publicado em 01 de julho de 2013

Cultura a serviço do povo (1) . Camaradas: Não sei bem se o que lhes vou dizer nesta conversa ligeira combina com o título dela, [...]

Infância (1945) Capa da última edição

jun.13: Samuel Smiles

Publicado em 01 de junho de 2013

Eu tinha visto esse nome várias vezes na seleta, mas, como não sabia pronunciá-lo, acostumei-me a tossir no fim das lições em que ele aparecia [...]

Linhas Tortas (1962) Capa da última edição

mai.13: Um homem forte

Publicado em 01 de maio de 2013

Tem sessenta e oito anos, a pele negra, os cabelos encarapinhados. Nasceu em Pernambuco, chama-se Domingos Jorge da Costa e, sem nunca ter ouvido falar [...]

Memórias do Cárcere (1953) Capa da última edição

abr.13: Memórias do Cárcere, capítulo XXX

Publicado em 01 de abril de 2013

Certa manhã os paranaenses foram chamados à secretaria e voltaram num ruidoso contentamento: no dia seguinte, com dois rapazes do nordeste e alguns ladrões e [...]

Caetés (1933) Capa da última edição

mar.13: Caetés, Capítulo XXIV

Publicado em 01 de março de 2013

Graciliano Ramos publicou o Capítulo XXIV de Caetés, em primeira mão, no número 9 da revista Novidade, em 6 de junho de 1931. O livro, [...]

joelsilveira

fev.13: Conversas com Joel Silveira (II)

Publicado em 01 de fevereiro de 2013

Aqui vai o texto de Graciliano Ramos, tal e qual me foi entregue e tal e qual foi publicado na “Vamos Ler”: “Nasci em 27 [...]

joelsilveira

jan.13: Conversas com Joel Silveira (I)

Publicado em 01 de janeiro de 2013

A resistência de Graciliano, fazendo corpo mole e sempre adiando o prometido, e, por outro lado, a minha determinação de arrancar dele a entrevista de [...]

Linhas Tortas (1962) Capa da última edição

dez.12: A última noite de Natal

Publicado em 28 de novembro de 2012

Os grandes olhos claros e aguados boiavam na sombra nevoenta, cheios de espanto. Esfregou-os, arrastou-se pesado e entanguido, mal seguro à bengala, sentou-se num banco [...]

CONHEÇA A OBRA DE GRACILIANO RAMOS

  • Caetés (1933)
  • Caetés – edição especial 80 anos (2013)
  • S. Bernardo (1934)
  • Angústia (1936)
  • Angústia – edição especial 75 anos (2011)
  • Vidas Secas (1938)
  • Vidas Secas – edição especial 70 anos (2008)
  • Vidas Secas – em quadrinhos (2015)
  • Infância (1945)
  • Insônia (1947)
  • Memórias do Cárcere (1953)
  • Viagem (1954)
  • Linhas Tortas (1962)
  • Viventes das Alagoas (1962)
  • Garranchos (2012)
  • Cangaços (2014)
  • Conversas (2014)
  • A Terra dos Meninos Pelados (1939)
  • Histórias de Alexandre (1944)
  • Alexandre e Outros Heróis (1962)
  • O Estribo de Prata (1984)
  • Minsk (2013)
  • Cartas (1980)
  • Cartas de Amor a Heloísa (1992)
  • Dois Dedos (1945)
  • Histórias Incompletas (1946)
  • Brandão entre o Mar e o Amor (1942)
  • Memórias de um Negro (1940) Booker T. Washington, tradução
  • A Peste (1950) Albert Camus, tradução
vidas-secas

“A palavra não foi feita para enfeitar, brilhar como ouro falso.
A palavra foi feita para dizer.”

em entrevista a Joel Silveira, 1948