Obra

Alexandre e Outros Heróis (1962) Capa da última edição

Alexandre e Outros Heróis (1962)

Alexandre e Outros Heróis é o nome que foi dado à reunião de três obras: A Terra dos Meninos Pelados, Histórias de Alexandre e Pequena História da República (“…uma espécie de resposta, desabusada e ferina, às muitas outras Histórias“, no dizer de Osman Lins, autor de um posfácio da obra).

São histórias folclóricas sobre heróis e grandezas – todas inverossímeis. Nelas, Graciliano une o real ao imaginário, cabendo ao leitor demarcar a fronteira entre os territórios.

.

Saiba mais.

.

Edições nacionais

1ª Edição: 1962 (Martins)
Gênero: Contos infanto-juvenis
Edição mais recente pela Editora Record: 61ª (2015)

 

Edições estrangeiras

Não temos notícia de edições estrangeiras desta obra

 

Capas

 

Ilustrações

 

CONHEÇA A OBRA DE GRACILIANO RAMOS

  • Caetés (1933)
  • Caetés – edição especial 80 anos (2013)
  • S. Bernardo (1934)
  • Angústia (1936)
  • Angústia – edição especial 75 anos (2011)
  • Vidas Secas (1938)
  • Vidas Secas – edição especial 70 anos (2008)
  • Vidas Secas – em quadrinhos (2015)
  • Infância (1945)
  • Insônia (1947)
  • Memórias do Cárcere (1953)
  • Viagem (1954)
  • Linhas Tortas (1962)
  • Viventes das Alagoas (1962)
  • Garranchos (2012)
  • Cangaços (2014)
  • Conversas (2014)
  • A Terra dos Meninos Pelados (1939)
  • Histórias de Alexandre (1944)
  • Alexandre e Outros Heróis (1962)
  • O Estribo de Prata (1984)
  • Minsk (2013)
  • Cartas (1980)
  • Cartas de Amor a Heloísa (1992)
  • Dois Dedos (1945)
  • Histórias Incompletas (1946)
  • Brandão entre o Mar e o Amor (1942)
  • Memórias de um Negro (1940) Booker T. Washington, tradução
  • A Peste (1950) Albert Camus, tradução
vidas-secas

“Os dados biográficos é que não posso arranjar, porque não tenho biografia. Nunca fui literato, até pouco tempo vivia na roça e negociava. Por infelicidade, virei prefeito no interior de Alagoas e escrevi uns relatórios que me desgraçaram. Veja o senhor como coisas aparentemente inofensivas inutilizam um cidadão.”

em carta a Raúl Navarro, tradutor, nov.1937