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 Graciliano Ramos
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Obra

Garranchos (2012)

São crônicas, epigramas, artigos de crítica literária, discursos políticos, cartas publicadas na imprensa, o primeiro ato de um a peça de teatro, além de um conto juvenil intitulado “O ladrão”, datado de julho de 1915, entre outros textos até agora desconhecidos. Um achado único, que perpassa as inúmeras vertentes de um dos escritores mais importantes de todos os tempos.

Reúne textos produzidos em diferentes momentos artísticos, intelectuais e políticos de Graciliano, organizados pelo pesquisador Thiago Mio Salla.

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Saiba mais.

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Edições nacionais

1ª Edição: 2012 (Record)
Gênero: Vários (crônicas, epigramas, artigos, discursos, cartas, teatro, conto)
Edição mais recente pela Editora Record: 2ª (2013)

Organização de Thiago Mio Salla

 

Edições estrangeiras

Ainda não há edições estrangeiras desta obra

 

Capas

Não há mais capas para esta obra

 

Ilustrações

Não há ilustrações nesta obra

 

CONHEÇA A OBRA DE GRACILIANO RAMOS

  • Caetés (1933)
  • Caetés – edição especial 80 anos (2013)
  • S. Bernardo (1934)
  • Angústia (1936)
  • Angústia – edição especial 75 anos (2011)
  • Vidas Secas (1938)
  • Vidas Secas – edição especial 70 anos (2008)
  • Vidas Secas – em quadrinhos (2015)
  • Infância (1945)
  • Insônia (1947)
  • Memórias do Cárcere (1953)
  • Viagem (1954)
  • Linhas Tortas (1962)
  • Viventes das Alagoas (1962)
  • Garranchos (2012)
  • Cangaços (2014)
  • Conversas (2014)
  • A Terra dos Meninos Pelados (1939)
  • Histórias de Alexandre (1944)
  • Alexandre e Outros Heróis (1962)
  • O Estribo de Prata (1984)
  • Minsk (2013)
  • Cartas (1980)
  • Cartas de Amor a Heloísa (1992)
  • Dois Dedos (1945)
  • Histórias Incompletas (1946)
  • Brandão entre o Mar e o Amor (1942)
  • Memórias de um Negro (1940) Booker T. Washington, tradução
  • A Peste (1950) Albert Camus, tradução

Queria endurecer o coração, eliminar o passado, fazer com ele o que faço quando emendo um período — riscar, engrossar os riscos e transformá-los em borrões, suprimir todas as letras, não deixar vestígio de idéias obliteradas.

Memórias do Cárcere, cap. 5